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História e Objetividade em Kant

PROJETO DE MESTRADO

Pesquisador: Agostinho de Freitas Meirelles

Orientador(a): Prof. Dr. Zeljko Loparic

Instituição: Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Departamento/Programa: Filosofia / Programa de Pós-Graduação

Banca: Prof. Dr. Fausto Castilho, Prof. Dr. Valério Rohden

Palavras-chave: história - Kant - sensibilidade - razão - objetividade

 

Resumo:

A interpretação da filosofia de Kant a partir de sua doutrina da objetividade tem como pressuposto, para a determinação do alcance objetivo dos conhecimentos racionais, o prévio exame das condições de possibilidade desses conhecimentos. De modo mais preciso, esse exame deve indicar sob que condições são possíveis juízos sintéticos a priori em geral. Para cada domínio de interpretação desses juízos devem existir procedimentos que lhes garanta validade e realidade objetiva. Podemos, assim, afirmar que a doutrina kantiana da objetividade, seja ela teórica, prática e estético-teleológica, impõe como exigência necessária, para cada um desses domínios, a interpretação na sensibilidade. Requisitos lógico-formais não constituem isoladamente condições de possibilidade do conhecimento objetivo. Procuramos então, em nossa Dissertação, pensar o nexo entre História e Objetividade segundo a necessidade de remeter os juízos históricos a um domínio sensível. Pois para a filosofia transcendental kantiana nenhum juízo pode permanecer sem dedução.

 

Bibliografia:

Todas as citações da obra de Kant são remetidas à edição alemã Weischedel, em dez volumes, publicada pela Wissenschaftliche Buchgesellschaft (Sonderausgabe, 1983). Os trechos traduzidos para o português, em sua maioria, foram extraídos das versões de boa qualidade publicadas no Brasil ou em Portugal. Foram consultadas, também, versões em língua francesa.

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